Sexta-feira, 30 de Setembro de 2016

Home sweet home

Não há nada como voltar a casa! Depois de três semanas de obras com a casa virada do avesso, seguidas de três semanas de férias, regressar a casa com tudo limpo e arrumado sabe tão bem! Ver a casa de novo ao nosso jeito, limpa e airosa, até nos faz esquecer que as férias estão a terminar. É bom ter alguém de confiança a quem deixamos a chaves e que na nossa ausência cuida da nossa casa e deixa-a pronta para nos receber. Por causa de uma infiltração foi preciso reparar um poliban e já que estávamos em rebuliço, resolvemos tratar do chão que precisava de ser afagado e por isso antes de irmos de férias tratámos do assunto. Acabámos por viver três semanas na sala com tudo lá dentro. Durante esses dias, sempre que cheguei a casa tive sempre de limpar, esfregona e pano na mão, era impossível andar a pisar pó. Só ansiava pelo fim das obras e começo de férias. Mas o que tem de ser, tem mesmo de ser e já está. Agora andamos em pezinhos de lã por causa do chão novo! Também em relação às obras tenho de fazer um elogio, ao pedreiro e ao afagador. Ao final do dia sempre um telefonema para nos dar conta do que estava acontecer, sempre relatando o trabalho feito e alertando para o que ainda estava por fazer, dando sugestões e aconselhamento. Também estes tiveram as chaves de casa, entrando e saindo sem nós por cá. Penso que a melhor forma de reconhecer o trabalho dos outros é falando dele também aos outros. Nos dias que correm já estranhamos o profissionalismo das pessoas, por isso há que agradecer. E mesmo que o trabalho seja pago, é preciso agradecer. Voltar a casa hoje soube muito bem!

Sinto-me::
publicado por mg_criacoes às 21:18
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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2015

Férias # doces pecados

Passado uma semana depois do regresso, ainda escrevo sobre as férias, pelas saudades que já tenho e pelos sabores que ficaram na memória.

E porquê outra vez Tavira?! Porque o sócio assim o quis e porque também tem direito a escolher. Porque eu preciso de uns dias de praia e sol que são terapêuticos e me fazem passar melhor o inverno. E quando pensamos que já conhecíamos tudo acabamos sempre por descobrir alguma coisa por visitar ou conhecer. Apanhámos um dia de chuva que nos deu oportunidade de visitar o Museu de Tavira onde percebemos as várias influências islâmicas que o território sofreu. Também visitámos a exposição referente à dieta mediterrânica. Em outros dias que o céu amanhecia cinzento aproveitámos o tempo mais fresco para caminhar ou andar de bicicleta. Também me soube muito bem ir tomar o café à esplanada e manter as leituras em dia. Para além de outras actividades que nos enchem as vistas como as feiras ao final do dia com produtos da região que são uma verdadeira tentação e a ida ao mercado para comprar fruta e produtos típicos algarvios. Ao final do dia, terminávamos no bar a escutar música e a tomar chá. Mas férias também são sinónimo de prevaricar na alimentação e aqui mostro o bolo três camadas, uma autêntica delicia algarvia! Figo, amêndoa e alfarroba, uma verdadeira tentação!

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De regresso a Lisboa parámos em Grândola para almoçar, o primeiro restaurante que vimos foi o Espaço Garret, ainda bem que não vimos mais nenhum. Uma restaurante que nos faz sentir em casa, no acolhimento da nossa sala de jantar. Um espaço que envolve gastronomia alentejana, arte e literatura. Antes de tomar a refeição é possível ver os quadros e mobiliário antigo e regional que faz parte da decoração, outras peças estão para venda, também há livros que podemos desfolhar e trazer para a mesa. No Alentejo a Sericaia é rainha e não podia deixar de a provar. Já degustei algumas, nenhuma tão boa como esta...eu sei que vou lá voltar!

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Bragança era o distrito que nos faltava conhecer e com o pretexto de ir visitar os nossos amigos fizemos uma escapadela até trás-os-montes. O horizonte é tão verde, tão verde que nos perdemos a observá-lo. Bragança é uma cidade com história, com castelo, com muitos monumentos e espaços históricos. A subida ao Castelo valeu ao sócio uma cambria e a mim dores nas pernas! Os castanheiros estavam cheios de ouriços, à porta das mercearias vimos as primeiras castanhas à venda. As pessoas são simpáticas. Os "económicos" são deliciosos. Mas o mais importante foi rever os amigos R&V e o pequeno L. Às vezes a vida muda-nos o destino e vamos de armas e bagagens à procura de ser feliz, afinal isso é o mais importante independentemente do local onde estejamos. Ficou a promessa de voltarmos, para conhecer outros pontos à volta. Apenas passámos em Mirandela, era impossível não trazer as alheiras do seu destino original. Não há fotos, há apenas o palato que registou em memória os sabores transmontanos. E foi feito um pedido há gentes da terra para me enviarem a receita dos económicos, que acompanham uma boa chávena de chá em qualquer altura do ano!

 

A  cidade do Porto e os portuenses tantas vezes mal tratados pelas gentes do sul são um ponto de turismo cheio de transeuntes de todas as nacionalidades. Cheguei à conclusão, por aquilo que vi, que enquanto Lisboa é uma cidade de negócios, o Porto é uma cidade de comércio local e de pessoas. A zona ribeirinha quer de Gaia quer do Porto é de meter inveja, limpa e arranjada, cheia de restauração convidativa e artesanato. A foz do Douro logo ali ao lado é de se tirar o chapéu. A um passo de Gaia temos as praias da Afurada e do Canidelo. Em tão pouca distância temos a zona ribeirinha, cultura e património, gastronomia, mar e lazer. A primeira vez que fui ao Porto não fiquei com uma imagem positiva, estava um dia cinzento e de chuva. Voltei este ano e corremos algumas ruas e vimos alguns monumentos. Fiquei com uma perspectiva completamente diferente, foi por essa razão que voltámos agora nas férias. E o que dizer do cruzeiro pelo Douro? Por algum motivo é considerado património mundial. Durante 6 horas de barco subimos da Foz do Douro até à Régua, um passeio muito tranquilo e relaxante, com uma paisagem magnifica. É digno de ser visto. No Porto as famosas francesinhas fazem parte do roteiro gastronómico de todos os restaurantes, tascas e bares. Eu como sou mais doceira, não perco tempo nem ganho calorias com essas comezainas. No mercado do Bolhão provei uma broa de frutos secos, com açúcar em pó por cima que foi uma autêntica bomba de sabores, já ando à procura da receita. Embora de origem brasileira, um dia ao jantar, na zona ribeirinha dividimos uma fatia de bolo de coco, o quindim, nunca tinha provado, mas ficou aprovado de tão bom.

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E agora volta-se à rotina de 5 dias por semana de alimentação saudável e exercício físico, ao fim-de-semana é preciso viver!

Sinto-me:: docinha
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publicado por mg_criacoes às 14:26
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Domingo, 4 de Outubro de 2015

Acabaram as férias?!

Passaram num instante, como seria de esperar, porque tudo o que é bom e bem vivido causa este sentimento, rápido demais. Entre o Algarve e o norte do país desfrutámos de praia e rio, campo e cidade, de amigos e conhecidos, de gentes e transeuntes, de sol quente e de dias frescos, de peixe azul e de posta mirandesa, de doces tradicionais e de gelados, de descanso, namoro e partilha e agora estamos prontos para recomeçar.

Em Tavira usufruímos da praia, das bolas de Berlim, do cheiro a alfarroba, dos doces de amêndoa e figo, do pão alentejano barrado de massa de pimentão acompanhar o peixe fresco que tosta na grelha, das noites ao luar a escutar concertos de café, dos fins de dia no bar a bebericar de um chá, das manhãs encobertas a colocar a leitura em dia, o dia de chuva para visitar monumentos históricos que com o sol nos distanciamos deles, dos amigos que sempre encontramos para partilhar passeios, das caminhadas e passeios de bicicleta para abrir o apetite...

De Bragança trouxemos o coração cheio dos amigos que visitámos, as saudades que renovámos e da promessa de voltar. Ao Castelo de Bragança subimos para ver as vistas verdejantes e um horizonte sem fim. As árvores pintadas de verde, amarelo, laranja e castanho carregadas de bolotas, os ouriços prontos a saltar as castanhas, outras a fazer sombra do sol agora mais baixo e quente. Subimos a Montesinho, ainda bem que nos perdemos, só assim vimos os campos verdejantes e as arvores coloridas, mas finalmente chegámos à aldeia do Parque natural de Montesinho com casas em pedra, encontrámos quem nos desse de beber. Da posta mirandesa suculenta e saborosa, das gentes simpáticas e atenciosas, dos famosos económicos saborosos para acompanhar o chá...

Em Mirandela a visita foi rápida, o tempo suficiente para escolher as famosas alheiras que o pai tanto gosta. À beira rio porta sim, porta sim, montras invadidas do melhor que a terra dá, enchidos, queijo serrano, azeite e vinhos da região. O difícil é escolher...

Finalmente, o Porto! O Porto que nos encanta desde há 10 anos que pela primeira vez o visitámos, como namorados cheios de sonhos para cumprir. O dia amanhece cedo para o passeio de barco do Porto à Régua, uma partida do cais da estiva na foz do Douro com uma manhã de nevoeiro e humidade que iniciou com um pequeno almoço servido a bordo, quentinho e saboroso. O nevoeiro que se via sobre o rio, como que a deixar espaço para o bom tempo aparecer, fomos deixando o Porto e aos poucos subindo o esplendoroso Douro. O sol que aparece enche a plataforma do barco de todos aqueles que querem se deslumbrar com o património mundial concebido pelo Marquês de Pombal. As duas barragens que passamos e o momento da eclusa, engenharia ao mais alto nível que a todos surpreende. Primeiro a barragem da Crestuma com um desnível quase de 14m e depois a do Carrapatelo com a maior queda, 36m de altura! Chega a hora do almoço também servido a bordo, agora com o sol a raiar no interior do barco, que permite visualizar pela janela as cores de Outono das vinhas ao longo da margem. Chegámos à Régua com tempo livre para desfrutar da cidade. As senhoras da terra à saída do cais vendem os famosos rebuçados de mel. Está sol é muito calor, parámos numa esplanada para refrescar, encher os olhos das vistas deslumbrantes. De frente da estação de comboio aguardamos pelo tempo de regresso, a viagem agora é de comboio até à estação de São Bento no Porto. Chegados à invicta vamos até ao cais de Gaia a pé, entre as ruas do Porto cheias de gente observamos o fim do dia com as esplanadas cheias, há sempre música e um copo de vinho. O dia amanhece com sol, aproveitamos para tomar café no esplendoroso Majestic com um serviço de excelência, descemos ao Bulhão, um mercado com uma estrutura de encanto, com as bancadas de todas as cores, das frutas e legumes, ao peixe fresco, carne e enchidos, pão, doces, aperitivos e guloseimas, as flores também não faltam. Depois passeamos desde a Foz do Douro com as suas belíssimas praias até a Candidelo, passando pela Afurada, tudo tão perto da cidade, tão fácil de chegar. Na serra do Pilar no cimo do monte junto à Ponte Luís I ficamos deslumbrados com a vista panorâmica sobre a cidade! O sunset perfeito para terminar as férias...

Sinto-me:: pronta para recomeçar
o que estou a escutar: Bailando - Henrique Iglesias
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publicado por mg_criacoes às 09:08
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Sábado, 4 de Outubro de 2014

Ainda sobre as férias...

...que já passaram, mas só para ficar registado, que não foi só boa vida! Como eu costumo dizer, também dei ao dedo e fiz este quarteto de estações em ponto cruz. O que mais me custou fazer foi o Inverno...Também fiz outro trabalhinho já a pensar no Natal, mas ainda não pode ser divulgado, na altura certa entra em cena!

Tenho já alguns trabalhos em ponto cruz feitos, dentro da gaveta à espera de uma época ou festividade para serem oferecidos alguém. Tenho este vício dos trabalhos manuais, vou fazendo apenas porque gosto de me ocupar, depois logo se vê o fim que os espera!

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Sinto-me:: bordadeira
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publicado por mg_criacoes às 11:29
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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2014

Coincidências

Chegar de férias, colocar a chave à porta e encontrar obras feitas, paredes pintadas, móveis no sitio onde os deixámos, casa linda e com cor é muito bom! Mas como nem tudo é perfeito havia uma assoalhada que estava por limpar. Após uma viagem foi preciso agarrar na esfregona e pano do pó, para além das malas para desfazer, roupa para lavar e despensa para encher. O tempo ajudou e a roupa de vestir das férias já está lavada e arrumada. Os móveis ainda estão sem os adereços decorativos, estão em caixas na garagem aguardar tempo para colocar tudo como era antes. O escritório estava um caos, foi preciso arrumar livros e papéis. Este momento faz-me lembrar quando nos casámos, que andámos em limpezas para tudo ficar perfeito, acartar com caixas para trazer o que era preciso, quase como mudar de casa, mas teve de ser e já está feito. O essencial está para nos servirmos, o restante virá com o tempo. E como nem tudo é mau, acabo por organizar, rever o que é preciso, o que é dispensável e o que é para o lixo. Credo, acumulamos tanta tralha! Como regressar de férias custa sempre, estes afazeres até me fazem esquecer! E sempre que penso no regresso olho para as minhas paredes e esqueço tudo!

Coincidência das coincidências, ontem na Eucaristia reti algumas reflexões que tem tudo a ver com este recomeço depois de férias, que normalmente custa sempre entrar novamente na rotina, na nova engrenagem, principalmente eu que odeio rotina! Trabalhar com optimismo, alegria e proactividade é o caminho para a felicidade e para o amor! são reflexões que tento aplicar sempre na minha vida, não somente na actividade profissional, mas também em tudo aquilo que faço; costumo dizer que tudo o que faço com amor sai sempre bem! E o caminho faz-se caminhando, passo a vida a dizer isto, mas é de degrau em degrau que vamos crescendo na espiritualidade e no amor!

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(Cacela Velha, descida para a Ria Formosa)

Sinto-me:: caminhando
publicado por mg_criacoes às 12:38
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Marisa Rebiteza

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